25 de outubro de 2013

Administradores incentivam o consumo consciente e falam sobre o marketing ambiental

A sustentabilidade ambiental é tópico recorrente nos debates em várias partes do mundo, porém suas premissas devem avançar para além do campo das ideias. O Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro convidou o Adm. Fábio Brandão, o Adm. Augusto Godinho e o Adm. Sidnei Castilhos para incentivar a reflexão e o espírito crítico sobre a responsabilidade social na palestra “Marketing Ambiental, Sustentabilidade e Consumo Consciente”.

Cerca de 120 estudantes, tecnólogos e profissionais estiveram presentes para prestigiar a palestra. Ao final da apresentação, eles receberam um certificado emitido pela Universidade Corporativa Gilda Nunes.

O Adm. Fábio Brandão falou sobre o sistema de gestão ambiental e suas ferramentas associadas. Ele explicou que após todo processo de industrialização as degradações ambientais aumentaram, mas os movimentos e legislações passaram a intervir, assim como a gestão ambiental.
“Nós, como professores e educadores, não podemos permitir que futuros administradores não tenham essa consciência sobre a responsabilidade que eles tem de seus atos e procedimentos organizacionais no meio ambiente”, frisou o Administrador.

O foco da apresentação do Adm. Augusto Godinho foi o consumo consciente. Ele contou que as empresas estão à frente na questão sustentabilidade, enquanto deveriam caminhar juntas com os consumidores. Além disso, lembrou que a educação sustentável nos colégios e graduações também precisa ser fortalecida.

“Responsabilidade individual e cidadania estão muito longe dos nossos estudantes. Muitos acham que a preocupação deve ser apenas dos governos, empresas ou ONGs, porém a responsabilidade social é de todos”, disse Godinho.

O Adm. Sidnei Castilhos discursou sobre os prós e contras da tecnologia na natureza e ferramentas auxiliadoras na sustentabilidade, como a ecologia industrial, a cadeia de suprimentos sustentáveis e a logística reversa, que investem na reciclagem. Ele disse que com essas ferramentas, os seres humanos podem ser menos poluentes.

“Acreditávamos que a tecnologia podia salvar o mundo, mas não é assim. Ela tem lados bons e ruins. Estamos produzindo mais lixo do que a capacidade da Terra e isso é um grande problema. O homem é um poluidor, então o que devemos fazer é amenizar o impacto”, finalizou.

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