Fundação Getúlio Vargas

10 de junho de 2016

Alternativas logísticas e mobilidade urbana são temas de evento no CRA-RJ


O CRA-RJ promoveu o Terceiro Encontro de Profissionais de Logística, em função do Dia da Logística, comemorado em 6 de junho. Os Administradores Hélio Meirim, coordenador da Comissão Especial de Logística do CRA-RJ, Julio Cesar de Souza Loureiro, coordenador adjunto da mesma comissão, foram responsáveis conduzir os trabalhos no evento e por ministrar palestras voltadas para a Administração, além de Atilio Flegner, membro Fórum de Mobilidade Urbana do Rio de Janeiro.


Durante o encontro, os palestrantes abordaram o desordenamento do trânsito, os malefícios que isso causa para a indústria e para as pessoas, além de alternativas para minimizar esses problemas e melhorar a mobilidade.


O Administrador Hélio Meirim explicou que a logística e o ordenamento do trânsito, quando bem feitos, melhoram a economia e a qualidade de vida da população.
“Perder tempo no trânsito deixa as pessoas cansadas, estressadas e nos impossibilita de estudar, ter um lazer ou aproveitar a família. O trânsito acaba gerando, além dessa perda de tempo, a perda de dinheiro também”, disse o Meirim.
Já o Adm. Júlio Loureiro defendeu o uso de bicicletas, por pessoas e organizações, como alternativa de transporte para diminuir os problemas no trânsito dos centros urbanos.
“A bicicleta é um modal de transporte que pode acessar as ruas com facilidade, estacionar em cima de calçadas, não precisa ter habilitação para conduzir e de alguma forma contribui para redução dos gastos com entregas, além de ser uma forma ecológica, produzindo entregas limpas e mais eficientes”, disse o palestrante.
Ao longo de sua abordagem, Atilio Flegner falou sobre os modais de transportes, a capacidade deles e as melhorias que precisam ser feitas. O palestrante criticou a falta de gerenciamento e a redução de capacidade dos veículos, trazendo comparações sobre os projetos iniciais e as obras já concretizadas, principalmente com a chegadas das Olimpíadas.
“Alguns modais, como os trens metropolitanos podem ser considerados legados pós-jogos olímpicos na cidade, pois está havendo o investimento neles. Mas certamente a oferta ainda é menor do que a necessidade da população”, disse.

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